Todo ciclo Amazing segue o mesmo fluxo auditável: agentes treinam no seu contexto, produzem código no ambiente local, passam por testes automáticos, são revisados pelo dev sênior, validados por você, e só então entram em produção. Previsível por design.
Nenhuma etapa é opcional. Nenhuma é pulada. Você sabe exatamente o que esperar em cada fase e o que assinar no final.
Configuramos os agentes nos padrões do cliente. Stack, convenções, regras de negócio, histórico de decisões. Tudo carregado antes da primeira linha de código. Onboarding imediato, sem semana zero.
Implementação rodando no ambiente local dedicado da Amazing. Cada cliente em máquina isolada, com harness próprio. O agente executa contra a spec formal, não adivinha.
Agentes de teste verificam cobertura, padrão de código, contratos de API, regressões. A automação roda antes do humano olhar. Nada passa sem validação técnica.
O dev sênior Amazing avalia o Pull Request. Ponto único de responsabilidade técnica. Garantia de qualidade do código, cobertura dos testes e coerência com a spec antes de chegar em você.
Você recebe o Pull Request limpo, documentado, testado. Aprova, pede ajuste ou rejeita. Quando aprovar, vai pra produção com o seu sinal verde. Nenhuma mágica por trás.
Novas histórias entram no backlog da squad. Os agentes aprendem do ciclo anterior. O harness evolui. O sistema melhora a cada sprint, sem você precisar gerenciar esse ganho.
Todo Pull Request passa por agentes de teste antes do sênior olhar. Cobertura, contratos, regressão. Sem exceção.
Se não tem /specify rodado e validado, o ciclo não avança. Regra do harness.
O dev sênior Amazing orquestra. Você vê só o resultado: Pull Request pronto pra revisar. Gestão fica do lado de cá.
Entregas contínuas, semanais. Se algo travou, você fica sabendo no mesmo dia, com alternativa em cima da mesa.
Primeira fase do ciclo acontece antes do primeiro commit. Stack, convenções, regras de negócio e histórico de decisões são carregados no vault. Harness inicial é projetado. Primeira entrega piloto roda em uma semana.
Onboarding tradicional em projeto de médio porte custa de duas a quatro semanas. Dev novo lê documentação obsoleta, pergunta ao time, adivinha convenção, reescreve trecho que já existia. Tempo que o cliente paga e não colhe. A Amazing comprime o ciclo com carregamento upfront de contexto.
Mapeamento técnico — escaneamento de repositório, identificação de padrões, detecção de convenções. Contexto de negócio — sessões com product, glossário de domínio, jornadas críticas. Harness inicial — lint, hooks, templates de spec prontos antes do primeiro PR. Entrega piloto — feature real em produção na semana 1.
Implementação rodando no ambiente local dedicado da Amazing. Agentes de produção executam tarefas do /tasks contra spec versionada. Agentes de teste validam cobertura, contratos e regressão antes do humano olhar. Cada PR sai documentado e pronto pra revisão.
Variabilidade mata previsibilidade. Sem spec, sem harness, sem teste automático, cada feature vira um chute. Estimativa vira rezinha. Retrabalho vira rotina.
1. Tarefa do /tasks com entrada definida, saída esperada. 2. Agente executa contra spec no ambiente dedicado, commits atômicos. 3. Agente de teste valida contrato, cobertura, regressão. 4. PR aberto com documentação QMD atualizada, pronto pra revisão.
Cada PR passa pelo dev sênior Amazing antes de chegar até você. O sênior garante qualidade, coerência com a spec e cobertura. Você recebe um PR limpo, pronto pra decisão de negócio — sem perder tempo em detalhe técnico, sem aprovar coisa que você não viu.
Quando o cliente precisa revisar lint, formato, teste e contrato, ele vira gerente de qualidade técnica. Responsabilidade fica diluída, bug vaza, release atrasa. A Amazing filtra no sênior e deixa a decisão de negócio com quem decide.
Sênior revisa primeiro — estrutura, aderência à spec, qualidade, cobertura e clareza do PR. PR sobe limpo — template padronizado com spec linkada, ADRs, checklist, screenshots, notas de impacto. Cliente decide negócio — Sim aprova, Ajuste comenta, Não rejeita. Cadência semanal previsível — janela combinada antes do projeto começar.
Entrega vai pra produção. Novas histórias entram no backlog. O harness incorpora o aprendizado do ciclo anterior, o vault cresce, os agentes ficam mais calibrados pro seu projeto. A velocidade aumenta sem você gerenciar esse ganho.
Aprendizado fica no cérebro das pessoas. Cada onboarding recomeça a curva. Velocidade não escala com sprints, ela se desgasta com rotatividade.
Harness incorpora padrão — padrão recorrente vira hook. Vault cresce com decisão — cada ADR, incidente e feature deixa rastro navegável. Agentes calibrados pro projeto — prompt, vocabulário e contexto evoluem sprint a sprint. Escala sem onboarding novo — trocar pra plano superior não reseta nada.
Três casos reais de bancos e fintechs globais. Métricas, prazos, resultados.